38's Blues II-(ensaio para musica da peça)
todos direitos reservados Ethel Weitzman
De todas as coisas que na vida que vivi
ficava sempre um gosto amargo e um grito oco,
eu dizia que nao estava com frio e nem precisava
de amigo , bebida ou do.
Po-eira misera no blues da vaidade, eu me assumia
levantava bandeiras e nessa me tornei macabra...rebento da ideologia,
a encarncao de Eros...a hegemonia da situacao.
Vivo o blues da força e peco piedade
pra desafiar o valor que tem a imagem
Hoje sou o que resta do desejo morno e flagelo.
Caminhos extremos....38's blues, passo reto.
Passo reto...


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